Em 1986 além do surgimento de mais um gênio do futebol, torcedores de todo mundo se renderam a uma máquina. Foram apenas quatro partidas na Copa do Mundo no México, mas a Dinamarca de Michael Laudrup, que Johan Cruyff, então técnico do dinamarquês, chegou a dizer que seria o rei da Europa na década de 90, encantou o planeta.
A Dinamarca começou a dar sinais de que poderia se sair bem na Copa em 1986, na Eurocopa de dois anos antes. A seleção fez uma boa campanha, com direito à goleada na segunda partida da primeira fase: 5 a 0 na Iugoslávia. Entretanto, perdeu na semi-final para a seleção da Espanha. Após empate no tempo normal, 5 a 4 para Espanha nas penalidades, que seria derrotada para a França na final.
Ainda desconhecida no futebol mundial, na segunda partida da primeira fase do grupo E a Dinamarca aplicou 6 a 1 no Uruguai. A partir do dia 8 de junho daquele ano a Dinamáquina entregava seu cartão de visita. Além de Laudrup, Elkjaer foi outro destaque, sendo considerado hoje um dos maiores atacantes da história da Dinamarca.
A euforia dos dinamarqueses caiu logo nas oitavas-de-final, mais uma vez contra a Espanha. Da mesma forma que o mundo ficou impressionado com o poderio bélico dos Nórdicos na primeira fase não conseguiu encontrar explicações para a vitória avassaladora da Fúria por 5 a 1 que desclassificou a Dinamáquina.
Apesar da derrota, a verdade é que a Dinamarca levou esse apelido por muitos anos e fez jus a ele na década de 90. E mesmo sem nenhum título mundial, os Nórdicos encantaram o mundo em 1986 e faz parte, com méritos, das grandes histórias das Copas.
A Dinamarca começou a dar sinais de que poderia se sair bem na Copa em 1986, na Eurocopa de dois anos antes. A seleção fez uma boa campanha, com direito à goleada na segunda partida da primeira fase: 5 a 0 na Iugoslávia. Entretanto, perdeu na semi-final para a seleção da Espanha. Após empate no tempo normal, 5 a 4 para Espanha nas penalidades, que seria derrotada para a França na final.
Ainda desconhecida no futebol mundial, na segunda partida da primeira fase do grupo E a Dinamarca aplicou 6 a 1 no Uruguai. A partir do dia 8 de junho daquele ano a Dinamáquina entregava seu cartão de visita. Além de Laudrup, Elkjaer foi outro destaque, sendo considerado hoje um dos maiores atacantes da história da Dinamarca.
A euforia dos dinamarqueses caiu logo nas oitavas-de-final, mais uma vez contra a Espanha. Da mesma forma que o mundo ficou impressionado com o poderio bélico dos Nórdicos na primeira fase não conseguiu encontrar explicações para a vitória avassaladora da Fúria por 5 a 1 que desclassificou a Dinamáquina.
Apesar da derrota, a verdade é que a Dinamarca levou esse apelido por muitos anos e fez jus a ele na década de 90. E mesmo sem nenhum título mundial, os Nórdicos encantaram o mundo em 1986 e faz parte, com méritos, das grandes histórias das Copas.
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