Eternamente dentro dos nossos corações. Eternidade que completa hoje seus primeiros 100 anos de uma paixão que nem o mais fanático, maloqueiro, sofredor, ou seja lá qual for a alcunha do fiel torcedor corintiano consegue explicar. Aliás, esse não é um torcedor qualquer. É o torcedor que vai até de joelhos assitir a uma partida do Timão. Como o inesquecível dia 5 de dezembro de 1976 que das quase 147 mil pessoas presentes no Maracanã, cerca de 70 mil eram corintianos que assistiram o goleiro Tobias pegar duas cobranças de pênalti e ver o Timão chegar a uma final de Campeonato Brasileiro após despachar o Fluminense.
No ano seguinte, com Palhinha, ex-Cruzeiro, sendo um dos ídolos da "Fiel", o Corinthians viveria uma de suas noites mais inesquecíveis. Pode perguntar para qualquer corintiano, tenha ele visto ou não a final, o que aconteceu no dia 13 de outubro e ele vai te responder com orgulho: "a conquista do Campeonato Paulista, um dos títulos mais importantes da história corintiana, meu, é timão!". Era o fim de quase 23 anos sem ganhar competições oficiais. Na última de três partidas, contra a Ponte Preta, o título veio com o gol de Basílio, no segundo tempo.
Em 1978, a diretoria do clube contratou Sócrates, que veio do Botafogo de Ribeirão Preto e Biro-Biro dois dos maiores ídolos da equipe do Parque São Jorge e líderes, juntamente com Wladimir, Casagrande e Zenon, do considerado maior movimento ideológico do futebol nacional: a Democracia Corintiana. Jogadores politizados, que na década de 80, tomavam decisões importantes que eram decididas pelo voto. Movimento que era um contexto inverso com a atual situação do cenário Político brasileiro que assista a decadência do Regime Militar.
Mas foi na década de 90 e anos 2000 que os torcedores do Timão puderam soltar o grito de campeão dos títulos mais importantes: Nos anos 1990, foram três títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998 e 1999), 3 Campeonatos Paulistas (1995, 1997 e 1999), uma Copa do Brasil (1995) e uma Supercopa do Brasil (1991). A maior conquista do clube veio depois que um dos maiores ídolos do Palmeiras, eleito pelos corintianos como maior rival, perdeu uma penalidade máxima. Na final contra o Vasco da Gama no Maracanã, o Corinthians venceu nos pênaltis o Mundial de Clubes, em 2000, o primeiro organizado pela FIFA após Edmundo perder a cobrança. Além do contestado mundial vieram três Campeonatos Paulistas (2001, 2003 e 2009), um Torneio Rio-São Paulo (2002), um Campeonato Brasileiro (2005) e duas Copas do Brasil (2002 e 2009).
Entretanto em 2007, uma mancha na história: a pior fase da história do clube foi marcada com a queda para a série B do Campeonato Brasileiro. A queda acompanhou a saída da Media Sports Investiment (MSI), dos jogadores contratados pela empresa como Tevez, Mascherano, Roger e Gustavo Nery, os "galácticos". Com o time na série B, o clube se reestruturou dentro e fora dos gramados, com a saída do então presidente Alberto Dualib, responsável pela chegada das parcerias, e uma campanha irretocável na competição.
São poucas as linhas que tenho para descrever os 100 anos do Sport Club Corinthians Paulista. Tanto, que até agora não falei de outras figuras importantes como Rivelino, Neto, Marcelinho Carioca, Carlitos Tevez e, atualmente, Ronaldo Fenômeno. Mas são nomes, que assim como de Joaquim Ambrósio, Antonio Pereira, Anselmo Correa e Carlos Silva, fazem parte da vida do corintiano. Para descrever o torcedor do corintians, só mesmo "corintiano". Maloqueiro, sofredor, fiel é muito pouco para definir os membros da segundo maior torcida do país do futebol. Escudos, bandeiras, tatuagens, lágrimas, invasões, glórias, amor e ódio. São 100 anos que devem ser comemorados com todos esses ingredientes que fazem milhões de torcedores orarem pelos quatro quantos do Brasil: "Salve o Corinthians de tradições e glórias mil".
No ano seguinte, com Palhinha, ex-Cruzeiro, sendo um dos ídolos da "Fiel", o Corinthians viveria uma de suas noites mais inesquecíveis. Pode perguntar para qualquer corintiano, tenha ele visto ou não a final, o que aconteceu no dia 13 de outubro e ele vai te responder com orgulho: "a conquista do Campeonato Paulista, um dos títulos mais importantes da história corintiana, meu, é timão!". Era o fim de quase 23 anos sem ganhar competições oficiais. Na última de três partidas, contra a Ponte Preta, o título veio com o gol de Basílio, no segundo tempo.
Em 1978, a diretoria do clube contratou Sócrates, que veio do Botafogo de Ribeirão Preto e Biro-Biro dois dos maiores ídolos da equipe do Parque São Jorge e líderes, juntamente com Wladimir, Casagrande e Zenon, do considerado maior movimento ideológico do futebol nacional: a Democracia Corintiana. Jogadores politizados, que na década de 80, tomavam decisões importantes que eram decididas pelo voto. Movimento que era um contexto inverso com a atual situação do cenário Político brasileiro que assista a decadência do Regime Militar.
Mas foi na década de 90 e anos 2000 que os torcedores do Timão puderam soltar o grito de campeão dos títulos mais importantes: Nos anos 1990, foram três títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998 e 1999), 3 Campeonatos Paulistas (1995, 1997 e 1999), uma Copa do Brasil (1995) e uma Supercopa do Brasil (1991). A maior conquista do clube veio depois que um dos maiores ídolos do Palmeiras, eleito pelos corintianos como maior rival, perdeu uma penalidade máxima. Na final contra o Vasco da Gama no Maracanã, o Corinthians venceu nos pênaltis o Mundial de Clubes, em 2000, o primeiro organizado pela FIFA após Edmundo perder a cobrança. Além do contestado mundial vieram três Campeonatos Paulistas (2001, 2003 e 2009), um Torneio Rio-São Paulo (2002), um Campeonato Brasileiro (2005) e duas Copas do Brasil (2002 e 2009).
Entretanto em 2007, uma mancha na história: a pior fase da história do clube foi marcada com a queda para a série B do Campeonato Brasileiro. A queda acompanhou a saída da Media Sports Investiment (MSI), dos jogadores contratados pela empresa como Tevez, Mascherano, Roger e Gustavo Nery, os "galácticos". Com o time na série B, o clube se reestruturou dentro e fora dos gramados, com a saída do então presidente Alberto Dualib, responsável pela chegada das parcerias, e uma campanha irretocável na competição.
São poucas as linhas que tenho para descrever os 100 anos do Sport Club Corinthians Paulista. Tanto, que até agora não falei de outras figuras importantes como Rivelino, Neto, Marcelinho Carioca, Carlitos Tevez e, atualmente, Ronaldo Fenômeno. Mas são nomes, que assim como de Joaquim Ambrósio, Antonio Pereira, Anselmo Correa e Carlos Silva, fazem parte da vida do corintiano. Para descrever o torcedor do corintians, só mesmo "corintiano". Maloqueiro, sofredor, fiel é muito pouco para definir os membros da segundo maior torcida do país do futebol. Escudos, bandeiras, tatuagens, lágrimas, invasões, glórias, amor e ódio. São 100 anos que devem ser comemorados com todos esses ingredientes que fazem milhões de torcedores orarem pelos quatro quantos do Brasil: "Salve o Corinthians de tradições e glórias mil".