Em 1982, o governo ditatorial da Argentina considerava questão de credibilidade tomar posse das Ilhas Malvinas, arquipélagos que foram tomados em 1833 e dominados desde então pelo Reino Unido. A Guerra das Malvinas entre Inglaterra e Argentina deixou como saldo mais de 600 soldados argentinos mortos. Além disso, um golpe moral e orgulho do país país ferido.
Quatro anos depois, por capricho do esporte, os dois países se encontraram em outra batalha, mas no Estádio Azteca, na Cidade do México. O tempero geopolítico fez com que antes daquela partida, válida pelas quartas-de-final da Copa do Mundo, torcedores das duas seleções brigassem fora do estádio. Mas o que realmente chamaria atenção naquele dia 22 de junho seria a atuação do camisa 10 argentino.
Maradona chamava o jogo, iniciava as jogadas, voltava na intermediária de defesa e tentava desvencilhar da forte marcação inglesa. Mas o argentino fez muito mais que isso: marcou história. Para os hermanos valia qualquer coisa para vencer aquela partida. Até mesmo com um gol de mão. La Mano de Dios abriu o placar para a seleção argentina aos seis minutos do segundo tempo.
Quatro minutos depois o gol indescritível, em que Maradona, após pegar uma bola na intermediária defensiva, dribla toda defesa inglesa e marca o gol, que seria considerado pela FIFA anos depois, como o mais bonito e mais famoso da história das Copas. Lineker diminiu no final para os ingleses, mas ficou nisso. Argentina classificada para enfrentar a Bélgica nas semi-finais e uma das mais importantes vitórias hermanas na história das Copas.
O zagueiro Roberto Perfumo, ex-jogador do Cruzeiro, considerado um dos maiores zagueiros da Argentina e que disputou como titular as Copas de 1966 e 1974, chegou a dizer na época que o triunfo sobre os ingleses foi mais importante que o segundo título mundial argentino que seria conquistado naquele ano. Para nossos vizinhos, a cicatrização de uma ferida moral e a reverência eterna para um dos maiores jogadores que o mundo já viu jogar: Diego Armando Maradona.
Quatro anos depois, por capricho do esporte, os dois países se encontraram em outra batalha, mas no Estádio Azteca, na Cidade do México. O tempero geopolítico fez com que antes daquela partida, válida pelas quartas-de-final da Copa do Mundo, torcedores das duas seleções brigassem fora do estádio. Mas o que realmente chamaria atenção naquele dia 22 de junho seria a atuação do camisa 10 argentino.
Maradona chamava o jogo, iniciava as jogadas, voltava na intermediária de defesa e tentava desvencilhar da forte marcação inglesa. Mas o argentino fez muito mais que isso: marcou história. Para os hermanos valia qualquer coisa para vencer aquela partida. Até mesmo com um gol de mão. La Mano de Dios abriu o placar para a seleção argentina aos seis minutos do segundo tempo.
Quatro minutos depois o gol indescritível, em que Maradona, após pegar uma bola na intermediária defensiva, dribla toda defesa inglesa e marca o gol, que seria considerado pela FIFA anos depois, como o mais bonito e mais famoso da história das Copas. Lineker diminiu no final para os ingleses, mas ficou nisso. Argentina classificada para enfrentar a Bélgica nas semi-finais e uma das mais importantes vitórias hermanas na história das Copas.
O zagueiro Roberto Perfumo, ex-jogador do Cruzeiro, considerado um dos maiores zagueiros da Argentina e que disputou como titular as Copas de 1966 e 1974, chegou a dizer na época que o triunfo sobre os ingleses foi mais importante que o segundo título mundial argentino que seria conquistado naquele ano. Para nossos vizinhos, a cicatrização de uma ferida moral e a reverência eterna para um dos maiores jogadores que o mundo já viu jogar: Diego Armando Maradona.
La Mano de Dios
Segundo gol Argentino
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